Posse dos novos ACS

segunda-feira, 7 de junho de 2010

CARTA ABERTA



04/06


Olá Colegas,
Nas últimas semanas a CONACS e Deputados membros da Comissão Especial vem realizando inúmeras reuniões com os Ministros do Governo Federal, exigindo dos mesmos o cumprimento do compromisso feito pelo Presidente Lula com a nossa categoria.
Por isso decidimos suspender os trabalhos da Comissão Especial e nos concentrarmos na construção de um acordo com o Governo sobre o conteúdo do texto do Projeto de Lei do Executivo que deverá ser enviado à Câmara de Deputados a fim de ser apensado aos demais Projetos de Lei já existentes.
Vários problemas foram colocados como obstáculos pelos Ministérios da Saúde, Casa Civil e de Articulação Política , obstáculos esses que estão sendo tirados do nosso caminho um a um e por isso, preocupada em manter a categoria informada de forma correta e principalmente nos manter otimistas e unidos, apresentamos agora o resumo da carta proposta da CONACS que embora não seja o ideal para todos, significa o necessário para que possamos conquistar o Piso Salarial.
Assim, diante da Nota Técnica expedida pelo Ministério da Saúde e das reuniões com os técnicos do Ministério do Planejamento e da Casa Civil, dos principais pontos de divergência a CONACS apresenta a seguinte proposta:
Da fixação do Piso Salarial em R$ 1.020,00: O valor do Piso Salarial é algo que sempre foi proposto e defendido pela CONACS, sendo da própria categoria a proposta acatada pelas iniciativas parlamentares hoje em análise pela Relatora Deputada Federal Fátima Bezerra (PT/RN), e portanto, não será feito por parte da categoria ora representada por esta entidade nenhuma articulação política contrária a essa proposta, ao contrário, sabendo da responsabilidade que tem com mais de 300 mil profissionais, a CONACS está disposta a defender a fixação do Piso Salarial Nacional no valor de R$ 1.020,00, por entender ser este valor capaz de trazer dignidade aos ACS e ACE e ainda, ser um valor viável em face da realidade atual do financiamento tripartite do SUS;
Da fixação das Diretrizes do Plano de Carreira dos ACS e ACE: Ao contrário do entendimento exposto pelo Ministério da Saúde, a categoria e nem tão pouco o texto da EC 63, faz menção a construção de um Plano de Carreira “exclusivo” para os Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias. O que está se propondo é a adoção de Diretrizes do Plano de Carreira que contemple esses profissionais, podendo ser, em todo o caso, um Plano de Carreira exclusivo, de todos os servidores, ou mesmo apenas dos servidores da área da saúde, desde que sejam respeitados as particularidades desses profissionais, como acesso ao cargo público via Processo Seletivo Público, data base e reajuste salarial de acordo com a fixação do Piso Salarial Nacional e etc.;
Da complementação financeira da União para o cumprimento do Piso Salarial Nacional dos ACS e ACE: Embora exista a previsão de forma comum em todos os Projetos de Lei que tratam da regulamentação da EC 63, a fixação do valor do Piso Salarial como sendo imediatamente a própria contrapartida da União, a CONACS endossa a seguinte proposta, como alternativa à inviabilidade orçamentária que ora se questiona: “A União repassará a título de complemento financeiro aos entes federativos, por agente efetivamente registrado o valor não inferior a: 70% do piso salarial profissional nacional dos ACS e ACE, nos 12 meses iniciais de sua vigência, 90% do referido piso, do 13º ao 24º mês de sua vigência e 100% do referido piso, a partir do 25º mês de sua vigência.”
Da fixação do índice de reajuste do Piso Salarial Profissional Nacional: A categoria tem com muita clareza o entendimento de que o valor em questão deve ser equivalente a de 02 salários mínimos, sendo a adoção do mesmo índice de reajuste do salário mínimo uma solução para que não ocorra a defasagem do valor fixado como Piso Salarial Nacional com o passar dos anos. Dessa forma o índice de reajuste proposto para ser aplicado no mês de janeiro subseqüente a aprovação da regulamentação da EC 63 é a variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC verificada no exercício anterior, acrescida de percentual equivalente à taxa de variação real do Produto Interno Bruto – PIB do ano anterior, se positivo;
Ademais, ressaltamos que a CONACS vem dialogando com a Relatora Deputada Fátima Bezerra (PT/RN), e de forma participativa, colaborou com a confecção da proposta do texto substitutivo do PL 6.111/09, servindo referida proposta de expressão do esforço de negociação da categoria, que de igual forma defende seu conteúdo como proposta oficial e prioritária desta entidade, com o objetivo de propiciar a regulamentação da EC 63 o mais breve possível.
Na próxima semana, a CONACS tem a expectativa que o Ministro do Planejamento dê sinal verdade e a Comissão Especial possa concluir o seu trabalho, fazendo a leitura e aprovação do relatório final da Relatora Dep. Fátima Bezerra (PT/RN).
Por isso, estamos convocando os ACS e ACE do Estado de Goiás e do DF para estarem presentes junto com os Diretores e lideranças da CONACS nos dias 08, 09 e 10 de junho na Câmara de Deputados a fim de se acompanhar as negociações finais do relatório final da Relatora.
Por fim, estamos convocando os ACS e ACE de todo o País para virem com força total em MARCHA NACIONAL nos dias 15 e 16 de junho já com o propósito de acompanhar as votações finais do nosso Piso Salarial na Câmara de Deputados.
Contamos com o apoio e a presença do maior número de colegas possível!
A UNIÃO FAZ A FORÇA!
Ruth Brilhante
Presidente da CONACS

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Confirmada circulação de novo genótipo de vírus da dengue em Belo Horizonte

Esse ano, por exemplo, a capital mineira registrou 15 mil infecções até o mês de maio, um número bastante elevado



Foto: Peter Ilicciev/Fiocruz Multimagens
Pesquisadora realiza
Pesquisadora realiza análise de amostras durante estudo em  laboratório contra a dengue
análise de amostras durante estudo em laboratório contra a dengue

A dengue é um dos principais problemas da saúde pública mundial. Segundo dados do Ministério da Saúde, a doença é registrada em todo o Brasil, sendo as regiões nordeste e sudeste as mais infectadas. Esse ano, por exemplo, Belo Horizonte registrou 15 mil infecções até o mês de maio, um número bastante elevado. Para se ter um comparativo, em todo o ano de 2009, foram 12 mil casos registrados na capital.

O alto índice de incidência e à forte campanha de prevenção, fez com que grande maioria da população conhecesse a doença. Só que o que pouca gente sabe é que não existe somente um, mas quatro tipos diferentes de vírus dengue. " A doença pode ser causada por um dos quatro sorotipos diferentes, sendo que três deles já foram encontrados em Minas Gerais" , afirma a professora Erna Geessien Kroon, do Laboratório de Vírus do Departamento de Microbiologia do Instituto de Ciências Biológicas (ICB). Erna e outros pesquisadores publicaram recentemente o artigo Dengue vírus 3 genótipo I em mosquitos e ovos Aedes aegypti, Brasil, 2005-2006 (Dengue virus 3 genotype I in Aedes aegypti mosquitoes and eggs, Brazil, 2005-2006) no periódico Emerging Infectious Diseases (EID) , especializado em divulgar informações sobre doenças infecciosas inéditas ou reincidentes.

Nesse trabalho, a equipe de pesquisadores da UFMG identifica a presença do vírus dengue 3 genótipo I em mosquitos e ovos capturados na região de Belo Horizonte. " O que nós percebemos é que os insetos coletados foram infectados com o vírus em um processo natural confirmando a transmissão vertical do vírus, ou seja, da fêmea adulta para seus ovos" , explica Erna Kroon. Segundo a pesquisadora, outra novidade do artigo é que, até então, este vírus ainda não havia sido identificado em mosquitos e larvas, apenas em seres humanos.

A doutoranda em microbiologia Ana Paula Pessoa Vilela, que também esteve envolvida na pesquisa, explica a importância da transmissão vertical, pois o mosquito pode estar carreando um vírus que estará envolvido em uma futura epidemia. " Normalmente, o mosquito contrai o vírus ao picar uma pessoa infectada, e, só após um período de multiplicação que dura em torno de oito dias, é capaz transmiti-lo para outros seres humanos" , afirma Ana Paula, ressaltando que esses resultados são importantes para descobrir a origem do vírus.

Segundo a pesquisadora Leandra Barcelos Figueiredo, que participou da produção do artigo, a origem do dengue vírus 3 genótipo I deve ser diferente do dengue vírus 3 genótipo III, apesar de ambas terem sido identificadas na América Latina na mesma época. " Além disso, depois que o genótipo I desse vírus foi encontrado aqui no Brasil, surgiram registros de sua incidência na Colômbia e na Guiana Francesa, nessa última, em animais de origem silvestre" , conta Leandra Barcelos.

Para Erna Kroon, além de ajudar a traçar a origem do vírus, a pesquisa pode ser importante para identificar qual tipo de genótipo está circulando com maior frequência, o que pode ser essencial no combate à doença. " Se conseguirmos mostrar que determinado genótipo está sendo o maior causador da doença e que ele é encontrado com mais frequência em determinada região, os esforços de prevenção podem ser mais focalizados e apresentarem maior eficácia a um menor custo" , conclui Erna.

Captura

O trabalho de coleta dos mosquitos infectados pelo vírus dengue contou com uma nova tecnologia: o MI-Vírus. Desenvolvido pela empresa Ecovec em parceria com o Laboratório de Genética Molecular de Patógenos e Parasitas do ICB, o MI-Vírus permite mapear onde o vírus circula em determinada região. A tecnologia integra o sistema MI-Dengue criado pelo professor Álvaro Eduardo Eiras, do Departamento de Parasitologia, para monitorar os focos de dengue por meio da coleta das fêmeas do mosquito.

O pesquisador, que também assina o artigo publicado na EID, explica que, primeiramente, os mosquitos são capturados utilizando uma armadilha chamada MosquiTrap, que é um recipiente pequeno que prende os mosquitos em fitas adesivas, impedindo-os de circular e depositar ovos. Uma vez capturados, os insetos são enviados para o laboratório, onde é identificada a presença ou não do vírus dengue. Dessa forma, é possível traçar um mapa dos locais onde o vírus pode ser encontrado. " Nos lugares onde o MI-Vírus já foi implantado, os dados mostram que aproximadamente 85% dos casos de dengue foram registrados nas áreas onde há circulação de mosquitos infectados. Isso pode ser um grande auxílio no combate focalizado à doença" , afirma Álvaro Eiras. O pesquisador lembra ainda que essa tecnologia de captura dos mosquitos é importante não só para identificar áreas de incidência do vírus, mas também para fornecer material para pesquisas, como essa que deu origem ao artigo.

Fonte: UFMG

terça-feira, 1 de junho de 2010

Desenvolvida primeira vacina capaz de prevenir o câncer de mama

Ensaios clínicos realizados em ratos impediram a formação de tumores além de inibirem o crescimento de tumores já existentes


Pesquisadores da Cleveland Clinic Lerner Research Institute, nos Estados Unidos, desenvolveram a primeira vacina para prevenir o câncer de mama. Segundo a equipe de pesquisa, testes que estão sendo realizados em ratos têm mostrado um resultado muito favorável.

Os pesquisadores descobriram que uma única vacinação com o antígeno a-lactoalbumina, presente nas células do câncer de mama e encontrado em mulheres saudáveis apenas durante a lactação, é capaz de prevenir a formação de tumores de câncer de mama em ratos, além de inibir o crescimento de tumores já existentes.

"Acreditamos que esta vacina irá, algum dia, ser usada para prevenir o câncer de mama em mulheres adultas, da mesma forma que as vacinas previnem poliomielite e sarampo em crianças", disse o investigador principal do estudo, Vincent Tuohy. "Se ela funcionar em humanos assim como funciona em ratos, será monumental. Poderíamos eliminar o câncer de mama".

No estudo, camundongos geneticamente predispostos ao câncer foram vacinados - a metade com uma vacina contendo a-lactoalbumina e outra metade com uma vacina sem o antígeno.

Vídeo da Cleveland Clinic Lerner Research Institute sobre a primeira vacina contra o câncer de mama

Nenhum dos camundongos vacinados com a-lactoalbumina desenvolveu câncer de mama, enquanto todos os outros ratos o fizeram.

Os pesquisadores pretendem vacinar as mulheres acima de 40 - quando o risco de câncer de mama começa a aumentar, e a gravidez torna-se menos provável. Para as mulheres mais jovens com um risco acrescido de câncer de mama, a vacina pode ser uma opção a considerar, em vez da profilaxia mastectomia radical.

"A maioria das tentativas de vacinas contra o câncer têm como alvo o vírus, ou cânceres que já se desenvolveram", disse o diretor do Centro da Mama na Clinica Cleveland, Joseph Crowe. "Tuohy não é um investigador do câncer de mama, ele é um imunologista, por isso a sua abordagem é completamente diferente - atacar o tumor antes que ele possa desenvolver-se. É um conceito simples, mas que não havia sido explorado até agora."

Tuohy acredita que as conclusões deste estudo vão além do câncer de mama, proporcionando uma visão para o desenvolvimento de vacinas para prevenir outros tipos de câncer.

A euipe de pesquisa informou que testes clínicos em humanos podem começar no próximo ano.

Fonte: Isaude.ne

DIRETORIA DA AACSI E REPRESENTANTES DOS FUTUROS ACS ESTIVERA M AUDIÊNCIA COM O PREFEITO

Mais uma vez a diretoria da AACSI estiveram em audiência com o Senhor Prefeito do Município Dr. Deraldino Alves de Araújo e dessa vez junto com representantes dos candidatos aprovados no último concurso para ACS.
O objetivo dessa audiência foi buscar resposta de algumas revindicações pendentes como:
Repasse do governo Federal;
Fardamentos;
Nomeação dos novos ACS;
Festa junina da categoria.
Em relação ao repasse o mesmo nos pediu um pouco de paciência e que aguardassemos a adequação da folha, o fardamento já está autorizado, dependendo só do envio da SD por parte da Secretaria de Saúde para o setor de compras. A nomeação dos novos ACS  só está dependendo da parte borocrática.

Programa Saúde da Família ganha reforço com mais de cinco mil bicicletas


O objetivo é ampliar a cobertura de assistência às gestantes, crianças e idosos, visando reduzir os índices de mortalidade


Será anunciado nesta segunda-feira, 31 de maio, durante o Fórum Viva Vida, que acontece no Centro Cultural e de Exposições de Maceió (AL), o calendário de entrega de 5.300 bicicletas destinadas ao fortalecimento das ações no Programa Saúde da Família (PSF) nos 102 municípios alagoanos. A ação vai garantir uma condição melhor de transporte dos agentes comunitários de saúde que atuam, diariamente, no PSF.

" O objetivo é ampliar a cobertura à assistência as gestantes, crianças e idosos, contribuindo para redução dos índices de mortalidade infantil e melhoria da qualidade do atendimento à população" , ressaltou a diretora de Atenção Básica, Myrna Pimentel.

Myrna Pimentel disse, ainda, que o agente comunitário realiza visitas periódicas, atendendo a um público de 150 famílias que moram em áreas distantes uma das outras. " Muitos, para atenderem a demanda, eram obrigados a fazerem o percurso a pé, o que causava uma série de transtornos. Após ouvir o relato dos agentes, o governador Teotonio Vilela Filho ficou sensibilizado e resolveu adquirir as bicicletas, para facilitar as atividades dos profissionais" , afirmou.

As bicicletas serão distribuídas para os municípios, de acordo com o Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde, que definirá a quantidade a ser entregue a cada um. A diretora informou que haverá um estande no Centro de Convenções, onde os responsáveis irão assinar o termo de recebimento.

As bicicletas foram adquiridas com recursos do tesouro estadual, da ordem de R$ 1.510.000,00. Segundo Myrna Pimentel, essa era uma das demandas do Fórum Viva Vida que foi realizado nos municípios. Durante o evento, os agentes comunitários falaram sobre as dificuldades encontradas para atender as famílias, tendo em vista que muitas residem em localidades distantes.

Fonte: Isaude.net

Relatora quer negociar proposta que atenda aos agentes, mas que o governo possa pagar. Piso em discussão é de R$ 1.020.

Governo e agentes de saúde divergiram nesta terça-feira (18) sobre a regulamentação do piso salarial da categoria. Enquanto o governo está preocupado com a capacidade do Estado de arcar com o piso de R$ 1.020, os agentes comunitários de saúde e os agentes de combate a endemias reivindicam a regulamentação desse direito, já garantido pela Emenda Constitucional 63. A discussão foi promovida pela comissão especial criada para analisar o assunto.

A relatora da comissão, deputada Fátima Bezerra (PT-RN), busca um ponto de equilíbrio. Para ela, o governo não é contra a proposta e está ciente da importância desses profissionais para a melhoria da saúde pública no Brasil. A parlamentar afirma que é preciso negociar para se chegar a uma proposta que atenda às aspirações da categoria e tenha condições de ser aprovada.

"O piso já existe. É uma verdade. Essa Casa aprovou por unanimidade o piso salarial dos agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias. O que nós vamos fazer agora é regulamentar o piso".

Carreira única

Outro ponto a ser definido é o plano de carreira desses agentes. O Ministério da Saúde defende a criação de um plano de carreira para todos os trabalhadores da saúde e não de um plano para cada categoria.

"Se somado cada plano, cada carreira e cada piso que cada categoria está requerendo, nós vamos precisar de vários orçamentos do SUS só para contemplá-los. Então vamos ver o que está sendo pedido e vamos buscar uma negociação coletiva", explicou a representante do Ministério da Saúde Maria Helena Machado.

A assessora jurídica da Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde, Elane Alves, no entanto, defende que o governo repense seu posicionamento. Ela ressalta que os agentes comunitários de saúde e de combate a endemias são os únicos exclusivos do SUS. "Ele nasce dentro do SUS e não tem outro mercado de trabalho para ele."

Elane Alves lembra que 115 milhões de pessoas no Brasil recebem o atendimento direto e diário desses profissionais. " Essas duas categorias nasceram com o Sistema Único de Saúde. Sustentaram esse sistema nos seus piores momentos, na sua criação. Tudo isso eu acredito que na mesa de negociação vai pesar a favor dos trabalhadores".

Constitucionalidade

Segundo o deputado João Campos (PSDB-GO), no entanto, os projetos em discussão na Câmara são inconstitucionais porque tratam de assunto reservado à iniciativa do Executivo. "O projeto tem que ser de iniciativa do presidente da República. Se o presidente Lula não mandar o projeto, será em vão todo o trabalho aqui."

Divulgação: Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde - MNAS
Uma mega rede voltada aos Agentes de Saúde coordenada por Samuel Camelo

Blog: www.mobilizacaonacional.kit.net/blog
Twitter: twitter.com/AgentesdeSaude
Site: www.mobilizacaonacional.kit.net

Fonte na web: www.isaude.net

Cícero diz que RC é o único do Brasil que entro na justiça contra Agentes de Saúde

O senador Cícero Lucena (PSDB-PB) disse em entrevista ao Programa Debate

Sem Censura, do radialista Antônio Malvino na Sanhauá AM de João Pessoa, que o prefeito da Capital Ricardo Coutinho (PSB) é o único prefeito do Brasil que entrou na Justiça contra os agentes de Saúde.

A declaração foi feita após a participação de um ouvinte da cidade de Itaporanga, que perguntou ao senador qual o seu posicionamento quanto ao projeto que regulamenta a profissão do agente de saúde. Cícero Lucena disse que, como relator de projeto que regulamenta a profissão do agente de saúde, espera urgentemente sua aprovação no senado: “Deus me deu a oportunidade de criar 180 equipes quando prefeito de João Pessoa. Estou na defesa dos agentes comunitários que tem um papel fundamental na saúde pública do Brasil” respondeu Cícero com a experiência de quem foi prefeito por duas vezes de João Pessoa.

Conforme o PLS 196/09, da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), União, Estados, Distrito Federal e municípios ficam impedidos de pagar salário mensal abaixo desse valor para os agentes, considerando jornada máxima de quarenta horas semanais.

Pelo texto, o piso salarial será implantado de forma progressiva e proporcional, no decorrer de doze meses desde a entrada em vigor da lei. Dentro desse prazo, todos os entes federativos deverão elaborar ou adequar seus planos de carreira para incluir tanto os agentes de saúde e os que fazem o combate às endemias, só podendo haver ingresso de novos agentes nos quadros por meio de concurso público.

Repasses da União

A matéria cria, para a União, a obrigação de transferir recursos de seu orçamento a fim de garantir condições para que os demais entes da Federação cumpram o piso salarial dos agentes.

Caberá ainda ao Ministério da Saúde fazer o acompanhamento da destinação dos repasses federais. Como reforço ao cumprimento do piso, o texto condiciona as transferências dos recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) aos estados e municípios - dentro do chamado Piso Variável de Atenção Básica (PAB) - à comprovação do pagamento nas condições definidas.

Fonte: Click pb




Divulgação: Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde - MNAS
Uma mega rede voltada aos Agentes de Saúde coordenada por Samuel Camelo