Posse dos novos ACS
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Zé Gotinha é o novo Embaixador da Saúde
Além de conscientizar os pais e as crianças sobre a importância da vacinação contra a poliomielite, o Zé Gotinha agora vai alertar a todos sobre a importância da prevenção de várias outras doenças. Ele é o novo Embaixador da Saúde e estará atento aos cuidados que a população deve tomar.
Em seu primeiro trabalho como embaixador, o Zé Gotinha gravou uma entrevista ao programa Viver Bem, de Fifi Fofura. Este é um programa do Mundo do Sítio – o mundo virtual do Sítio do PicaPau Amarelo. Ele falou sobre a dengue e esclareceu o que é mito e o que é verdade no tratamento e na prevenção da doença.
Assista:
Horário de verão termina domingo
Desde 2008, o início e o fim do horário ocorrem no terceiro domingo de outubro e no terceiro domingo de fevereiro, respectivamente - conforme modelo de 2003. Neste ano, porém, o horário iniciado em 15 outubro teve 133 dias, por causa da coincidência entre o término oficial e um feriado prolongado. Por lei, quando isso ocorre, o encerramento deve ser postergado. O objetivo é evitar que, no meio da folia do domingo de carnaval, a população se esqueça de ajustar os relógios.
O horário foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932. O período de vigência é variado, mas a média nos últimos 20 anos é de 120 dias.
A estimativa do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) é de que o horário de verão permita uma economia entre R$ 75 milhões e R$ 100 milhões. A diminuição da demanda estimada de eletricidade será de 4,6%, ou 2.650 megawatts. Segundo o ONS, a medida resulta em redução da tarifa de energia elétrica para o consumidor, uma vez que a redução de demanda no horário de ponta leva ao aumento da segurança e à diminuição nos custos de operação.
Organismo. Ao contrário do que pensam muitas pessoas, a mudança de horário não causa males ao organismo, afirma o clínico-geral da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Paulo Olzon. 'As pessoas mais metódicas podem se estressar por ser uma mudança repentina, mas o organismo consegue se adaptar facilmente; não há muitas consequências para o corpo.'
Apoio. O secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Ildo Grüdtner, disse à Agência Brasil que o governo tem pesquisas que mostram a aprovação popular ao horário de verão. Por isso, o fim do horário especial, que muda a rotina dos brasileiros em 11 Estados, hoje está descartado.
'Isso pode até ser avaliado no futuro, mas se a sociedade inteira ganha com a aplicação do horário de verão, por que vou deixar de utilizar
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Sintomas de infarto são diferentes em homens e mulheres, diz pesquisa
O estudo descobriu que o índice de mulheres que chegaram ao hospital sem nenhuma dor no peito era bem maior do que o de homens.
Quem vê Kimberly ativa e saudável nem imagina que há dois anos ela escapou da morte. Aos 49 anos, de uma hora para outra, a dona de casa passou a sentir muito cansaço, dores nas costas e na mandíbula. "Eu nunca imaginei que estava tendo um ataque cardíaco", diz.
Mas foi exatamente isso o que os paramédicos descobriram quando chegaram na casa dela. "A dor no peito ainda é o maior sinal. Mas é possível que a pessoa tenha um infarto sem esse sintoma clásico, como aconteceu com a Kimberly", explica o doutor John Canto.
Ele é um dos pesquisadores que analisaram os prontuários de mais de um milhão de americanos que tiveram infarto. A equipe descobriu que o índice de mulheres que chegaram ao hospital sem nenhuma dor no peito era bem maior do que o de homens. Segundo os médicos, essa diferença é ainda mais acentuada em mulheres com menos de 55 anos. O resultado foi publicado na revista da Associação Médica Americana.
Para a vítima do infarto, a diferença entre a vida e a morte pode estar na rapidez do atendimento. Segundo o estudo, a dor no peito, sintoma mais comum em homens, faz com que eles sejam levados mais cedo para o hospital. Sem identificar os sinais do ataque cardíaco, as mulheres muitas vezes resolvem buscar ajuda tarde demais.
Por isso a taxa de mortalidade entre elas é maior que a dos pacientes do sexo masculino. Os médicos ainda não sabem exatamente o que provoca essa diferença nos sintomas. Kimberly pediu socorro a tempo e recebeu dois stents no coração. Ela faz um alerta às mulheres: "Se você tem família, pessoas que dependem de você ou uma carreira que você ama, é preciso cuidar antes de si mesma. Ou você não estará aqui para cuidar de ninguém."
G1
Taxa de causas diretas de mortalidade materna cai mais de 60%
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e a coordenadora de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis, Deborah Malta, anunciaram na tarde de hoje os índices de mortalidade materna no País. Segundo o ministro, há previsão de uma redução expressiva nos números de 2011. “Dados comparativos do 1º semestre de 2010 e 2011 mostram queda de 19% no número de óbitos maternos, é a maior redução de mortalidade materna já registrada ”, afirmou Padilha.
Dentre as principais causas diretas de mortalidade materna, também houve redução. “Desde 1999, podemos perceber que taxas de causas diretas de mortalidade materna, como hipertensão e hemorragia, caíram mais de 60%”, detalhou a coordenadora Deborah Malta. Os dados ainda apontam para a redução de 81% de óbitos maternos decorrentes de aborto nos últimos 20 anos.
Padilha associou esses números a uma série de fatores de avanço da saúde pública. “Contribuem para esses índices a universalização do acesso ao pré-natal. Hoje, cerca de 96% dos partos no Brasil acontecem em ambiente hospitalar”. O ministro ainda fez referência aos serviços cadastrados no Sistema Único de Saúde (SUS)qualificados para atender mulheres vítimas de violência sexual. “Aumentou o número de serviços credenciados para realizar o aborto legal, aqueles previstos em lei”.
Essas e outras ações estão inseridas na estratégia Rede Cegonha, lançada pelo governo federal no começo de 2011, cujo principal objetivo é reduzir as mortes maternas por meio de uma rede de cuidados de assistência à mulher e ao bebê. Até janeiro de 2012, 17 estados e 1.542 municípios já aderiram à rede, totalizando 930 mil gestantes acompanhadas.
Também foi anunciada a criação de uma ferramenta web para auxiliar os profissionais de saúde no acompanhamento do pré-natal. “Essa ferramenta auxiliará no acompanhamento da gestante, com dados sobre exames e demais informações. Com o novo sistema, teremos espaço exclusivo para registro de gestantes de alto-risco. A partir da semana que vem, daremos início à implantação desse sistema”, revelou o ministro. Além disso, o Ministério fará vídeo-conferências mensais com gestores estaduais para acompanhamento de partos no País.
MP 557 – Durante a coletiva também foi falado sobre o auxílio financeiro para deslocamento às consultas de pré-natal e à unidade de saúde onde será realizado o parto, previsto no texto da Medida Provisória 557 de 2011. O auxílio, que visa incentivar a gestante a realizar o pré-natal completo e o mais cedo possível, será repassado para as gestantes por meio de cartão magnético emitido pela Caixa Econômica Federal. O pagamento do valor de até R$50 reais será iniciado no mês de abril.
A coordenadora de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis, Deborah Malta, falou ao Blog da Saúde e ressaltou a importância de medidas para diminuir ainda mais o número de mortes decorrentes de gestação.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Saúde Pública é tema da Campanha da Fraternidade 2012
Com o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra”, a Campanha da Fraternidade 2012, lançada nesta quarta-feira de cinzas na Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB), tem o objetivo de propor a reflexão sobre a realidade da saúde do Brasil.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, esteve no lançamento e agradeceu o gesto da CNBB de escolher o tema para estimular o debate sobre o assunto durante todo o ano. “O SUS não poderia ter tido tido um presente maior. Tenho uma grande expectativa que não só durante a quaresma, mas em todo o ano, as pessoas discutam o Sistema Único de Saúde real, porque a partir desses debates vamos ganhar o apoio das comunidades para consolidar o SUS”, disse o ministro.
Segundo o secretário-executivo da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias, a Igreja quer colaborar para melhorias na saúde do País. “Com essa campanha nós queremos realmente procurar contribuir na consolidação do nosso SUS. Queremos mobilizar nossas comunidades com reflexões e ações nesse sentido para que tenhamos um bom envolvimento nos conselhos de saúde municipais, estaduais. Queremos que as pessoas percebam a saúde como um grande dom, mas que requer da nossa parte a incorporação de hábitos de vida saudável.”
O padre Luiz Carlos ressaltou que a campanha deste ano também pretende dar mais visibilidade ao trabalho de aproximadamente 100 mil agentes da Pastoral de Saúde, que trabalham em todo o País na atenção aos doentes mais carentes, e destacou mais detalhes ao Blog da Saúde:
Prazo de adesão para municípios termina dia 24
Até 24 de fevereiro, os municípios que fazem parte do Programa Saúde na Escola (PSE) podem se inscrever para participar da Semana Saúde na Escola, que de 5 a 9 de março vai mobilizar as comunidades escolares sobre o tema da obesidade, a ser trabalhado nas escolas ao longo do ano letivo de 2012. A adesão representa um apoio financeiro adicional para ações do PSE.
De acordo com a Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) de 2008/2009 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil, uma em cada três crianças com idade entre 5 e 9 anos estão com peso acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e peloMinistério da Saúde. Ainda segundo a POF, os jovens de 10 a 19 anos com excesso de peso passaram de 3,7%, em 1970, para 21,7%, em 2009. A manutenção do peso adequado desde a infância é um dos principais fatores para a prevenção de doenças na fase adulta.
Como parte do PSE, a semana visa alertar os estudantes da rede pública da educação básica sobre o problema comações deavaliação das condições de saúde,prevenção, promoção eeducação permanente de profissionais, adolescentes e jovens. Em parceria, os ministérios da Saúde e da Educação integram as redes de educação e o Sistema Único de Saúde, articulando as equipes de saúde da família e as de atenção básica com as escolas.
“Na prática, o trabalho integrado gera ações de promoção para a saúde, estimulando a alimentação saudável, bem como práticas corporais e atividade física. A prevenção do tabagismo,do uso de álcool e daviolência também faz parte das ações que o programa incorpora ao cotidiano das escolas municipais que dele participam”, explica a coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime.
A adesão à mobilização é voluntária e pode ser realizada pela equipe da escola em parceria com a equipe de saúde da família. Para habilitar-se, os municípios e o Distrito Federal deverão ter concluído o processo de pactuação das metas do Programa no Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle do Ministério da Educação (SIMEC).
Para apoiar a realização das atividades da Semana, estão previstos incentivos financeiros para os municípios e o Distrito Federal. O valor total do incentivo será repassado de acordo com a quantidade de equipes de saúde da família que aderirem e informarem no SIMEC o resultado das ações realizadas. O repasse será feito pelo Fundo Nacional de Saúde e corresponde a 1/12 da parcela mensal da equipe de saúde da família. “O importante é dar continuidade do desenvolvimento das ações da mobilização ao longo do ano letivo”, resume a coordenadora.
Fonte: Débora Pinheiro / Agência Saúde
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